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sábado, 31 de maio de 2014

Uma leitura a dois - Detectives Psíquicos de Carla Sá

Dentro em breve começam oficialmente as férias e por aqui estamos a planear uma leitura conjunta, entre mãe e filho. 
Temos muitas aventuras por onde escolher, muitos mundos para onde viajar mas optámos por a série «Os Detectives Psíquicos» de Carla Sá.

Sinopse do 1º Livro - O Enigma das Rosas
Após um acidente de viação, o Gustavo descobre que herdou do avô um dom muito especial. As suas capacidades de ver e ouvir mais do que o comum dos mortais levam-no a Paris, onde, antes de morrer, o seu avô investigava o desaparecimento de uma rapariga.
Acompanhado pelo irmão Nuno, o Gustavo vai ajudar a resolver este misterioso caso e viver a sua primeira aventura como detetive psíquico. Depois disto, o rapaz pacato e bom aluno, louco por básquete, nunca mais será o mesmo.

Sinopse do 2º Livro - Sete Minutos para a Meia-Noite
Depois do sucesso da sua aventura em Paris, o Gustavo está determinado a manter em segredo as suas capacidades psíquicas e a voltar a ser um rapaz normal. Mas ele não pode ignorar o que vê e o que sente, muito menos quando é a Inês, a rapariga ruiva nova lá da escola, quem lhe pede ajuda. 
O misterioso caso do relógio do avô da Inês vai levar o Gustavo a Londres, onde a família real inglesa está em perigo e a Terceira Guerra Mundial pode começar dentro de minutos.

Sinopse do 3º Livro - O Anjo Maldito
De volta ao Porto, as aventuras continuam a procurar o Gustavo e o seu irmão Nuno. Enquanto ajuda o tio a procurar o misterioso anjo da guarda que o protege, o Gustavo salva uma rapariga que foi lançada às águas do mar da Foz do Douro e fica ligado ao seu segredo que está ainda por decifrar.   Entre anjos do presente e demónios do passado, as férias escolares da Páscoa serão muito diferentes do que ele tinha programado.   
Será que existem mesmo anjos da guarda? E maldições que se cumprem através dos tempos?

Vamos lá ficar a conhecer o Gustavo :)

Boas leituras!

PRIVATE - Agência de Investigação Internacional :: Opinião

Desde que estou mais atenta aos livros, que ando com o James Patterson debaixo de olho. Não o autor claro, mas os seus livros. Acho notável a capacidade que tem de enveredrar por géneros diferentes e captar o público alvo de cada um deles.
O primeiro livro que li do autor, O meu primeiro amor, não é o género pelo qual é mais conhecido, no entanto, surpreendeu-me de tal maneira que fiquei com o bichinho para ler mais. 
Podia ser uma menina crescida e começar a ler a série do Alex Cross ou apelar o meu lado juvenil e optar pelo Max, da série Maximum Ride.
No entanto, enquanto o cunhado devora NYPD Red, eu decidi optar pelo PRIVATE, que é bem mais a minha cara. Quando li a sinopse lembrou-me um par de séries que me agradam, incluindo SCANDAL e RAY DONOVAN. E não me enganei! A Lista de Leitura aqui da Elsa ganhou mais dois títulos e como seria de esperar, vão ser consumidos quase de seguida. As insónias dão cabo de mim mas pelo menos são produtivas horas de leitura :)

Quando os ricos e poderosos estão em apuros, não é para a polícia que ligam...é para Jack Morgan!

Conhecemos Jack em sonhos, os mesmos que o atormentam todas as noites mal pousa a cabeça na almofada. Um veterano da guerra do Afganistão, Jack sofreu perdas humanas que o tempo ainda não conseguiu sarar e isso está patente nos terrores nocturnos que o assaltam diariamente.
No entanto, as aptidões que faziam de Jack um operacional habilidoso e competente enquanto fuzileiro, transferiram-se para a sua actual profissão de investigador privado. Dono e elemento fundamental da PRIVATE, agência de internacional de investigação que herdou do problemático e crimonoso pai, Jack dá o seu melhor para desvendar os mais distintos casos que entram pelo seu escritório a dentro.

Começamos com o caso mais próximo de Jack, o assassinato de uma amiga (e ex namorada), mas rapidamente a agência se vê inundada de outros tantos casos, incluindo o de um potencial assassino em série que vai dar pano para mangas à polícia de Los Angeles e à Private, que tantas vezes é chamada a intervir nos casos ocorridos naquela cidade.
À medida que vão aparecendo novos casos vamos conhecendo a equipa da PRIVATE. Justine, a psicóloga, é o braço-direito e um antigo amor de Jack, Del Rio, é um ex colega fuzileiro, Cruz​​ ex polícia e pugilista é parceiro de Del Rio e um dos investigadores em ascensão da Private. No Labororatório de ponta da agência conhecemos Dr. Sci, o criminologista de serviço e Mo-Bot, o génio informático. A juntar à lista temos Collenn, actual assistente e "namorada" de Jack.

​​A série PRIVATE tem a  dose perfeita de acção, intriga, crime, asneiras e boa disposição.
O mundo em redor de Jack corre a um ritmo alucinante, sentimo-nos como que a acompanhar uma série que nos tira o fôlego com o seu passo acelerado, diálogos inteligentes e personagens castiços​.
O entrelaçar dos casos que ocupam os dias da PRIVATE com a vida pessoal de Jack torna-nos parte da equipa, deixa-nos atentos aos detalhes que ajudam na resolução dos casos e ainda nos faz estabelecer uma ligação com o personagem principal.
Especialmente na resolução do caso do assassinato que vitimou a sua amiga,
quando ficamos a conhecer o irmão gémeo de Jack, o que ele está disposto a comprometer para obter a informação necessária e o quanto o passado enclausurado na sua cabeça o pode vir a atormentar.
Conseguirá Jack e a equipa da PRIVATE solucionar os casos que têm em mãos?
E Jack, conseguirá dominar os demónios que o acompanham desde o seu último destacamento no Afeganistão ? Ou será que os verdadeiros demónios são os que estão bem vivos no seu presente, e por vezes mais perto do que ele próprio imagina.

Uma série que ainda agora começou e já me prendeu.
O segundo livro já vai a meio e a questão agora é...
Se quando os ricos e poderosos estão em apuros ligam para Jack Morgan. Para quem liga Jack quando é ele que está em apuros?
Uma novidade

"A Enfermeira Saturada" - O fenómeno Espanhol - Novidades

Ler a apresentação de um livro e ficar a rir mediante o pensamento "olha, eu já assisti a isto"
Em SATU, a Enfermeira Saturada, os episódios insólitos sucedem-se e nós já presenciámos alguns deles.
Depois de ter estado uma semana a passear por corredores de um hospital, o meu respeito pela profissão é imenso mas a curiosidade sobre as histórias que contam SUPERA TUDO.


SATU: A ENFERMEIRA DESTEMIDA E ANÓNIMA QUE CONTA TUDO O QUE SE PASSA NUM HOSPITAL

Quando alguém entra pela primeira vez numa sala de colheitas, seja aluna ou enfermeira, a primeira coisa que aprende é que a veia boa está sempre no outro braço. Isso, e a distinguir as senhoras que dizem em que veia têm de ser picadas. Um conselho: dêem-lhes atenção, mas tenham em conta que, se acertarem, será porque elas disseram; se falharem, é porque não sabem picar (não é porque há vinte anos que diz para a picarem ali e já não há veia).

É com este humor, sarcástico, corrosivo e, inacreditavelmente, algo doce, que Satu, a Enfermeira Saturada, nos guia pelos corredores dos hospitais, revelando a realidade escondida por detrás de cada rosto meigo – ou mais rude – das enfermeiras que por lá se movimentam.

Mas afinal, quem é a Enfermeira Saturada? Este é um dos segredos mais bem guardados em Espanha, onde o livro com o mesmo nome é um fenómeno de auto-edição e que a Guerra e Paz se orgulha agora de fazer chegar a Portugal, já a partir de 4 de Junho. 

«A Enfermeira Saturada» começou por ser um fenómeno nas redes sociais, sobretudo no Twitter e no Facebook. Os comentários de Satu, a Enfermeira Saturada anónima que, de forma descontraída e bem-humorada, questionava o tamanho dos pensos sempre inadequados para qualquer que seja a maleita em causa ou ironizava com a chegada salvadora dos frasquinhos de gel hidroalcóolico aquando da Gripe A, não passaram despercebidos do grande público. Se os editores recusaram a publicação do livro, os leitores responderam com um estrondoso sucesso quando a autora se lançou sozinha na aventura da auto-edição.

Um sucesso que chega agora a Portugal.
Uma novidade 

Feira do Livro de Lisboa - Actividades 31 Maio/1 Junho


O que a Feira do Livro tem de bom é que os seus diversos pavilhões e actividades agradam ao mais vasto público.
Para os próximos dois dias eu saliento o seguinte:

Sábado

15h00
Sessão de Autógrafos | Pavilhão do Próprio | Porto Editora
Sessão de autógrafos com Miguel Miranda
(Opiniões Livros do autor, incluindo o mais recente, "A Fome do Licantropo e outras histórias")

15h00
Sessão de Autógrafos | Pavilhão do Próprio | Guerra e Paz Editores
Sessão de autógrafos com Flávio Capuleto

17h00
Workshop | Pavilhão do Próprio | Bertrand
Workshop de cozinha vegetariana, com Gabriela Oliveira
Gostamos de actividades interessantes! :)

(mais actividades aqui)

Domingo - Dia da Criança

11h00
Infantil | Praça Laranja | FNAC PORTUGAL
Atividade para crianças com a Science4you
entre outras actividades na manhã de domingo para as crianças

16h00
Debate | Praça Verde | LeYa
Conversa sobre futebol e livros, com a presença do jornalista e autor Sérgio Pereira, Nuno Madureira, Cláudia Lopes e os comentadores Toni e Dani

17h00
Conferência | Pavilhão do Próprio | LeYa
Sessão especial em torno do livro “Estou Nua, e Agora?” de Francisco Salgueiro (Oficina do Livro)

(mais actividades aqui)

E claro que idas à feira traduzem-se em....LIVROS!!!
Estes são os livros do dia no sábado:

A Rapariga que Roubava Livros - Markus Zusak
Editorial Presença
PVP: 22,21€ / PVP Feira: 15,55€ / PVP Dia: 13,30€

Alex Cross - James Patterson
20|20 Editora
PVP: 18,79€ / PVP Feira: 11,27€ / PVP Dia: 11,27€

Dai-lhes, Senhor, O Eterno Repouso - Miguel Miranda
PORTO EDITORA 
PVP: 16,60€ / PVP Feira: 13,28€ / PVP Dia: 8,30€

e no domingo:

A minha História com Bob - James Bowen
PORTO EDITORA 
PVP: 15,50€ / PVP Feira: 12,40€ / PVP Dia: 7,75€

O livro do ano - Afonso Cruz
ALFAGUARA 
PVP: 15,00€ / PVP Feira: 12,00€ / PVP Dia: 9,00€

(mais informações aqui)

Entretanto, as editoras têm publicado algumas promoções extra no respectivos facebook, como por exemplo

Não percem a oportunidade de ir passear a Lisboa e visitar a Feira.

Bom fim de semana!

sexta-feira, 30 de maio de 2014

NOVO PASSATEMPO - "Sou um Clandestino" - Susana Tamaro

«Vai Aonde Te Leva o Coração teve um sucesso extraordinário, se bem que, poeticamente, não se compare com Sou um Clandestino.» | Claudio Magris, escritor italiano


O primeiro romance da autora, agora editado em Portugal.
Uma edição PRESENÇA, veja mais no site e leia as primeiras páginas aqui.

EM PASSATEMPO

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O PASSATEMPO DECORRE ATÉ 15/06/2014 

Para se habilitar ao passatempo, preencha o formulário abaixo e siga as regras dos nossos passatempos: 

ATENÇÃO - REGRAS: 
- O preenchimento do formulário é obrigatório para se habilitar ao passatempo. 
- Podem participar todos os dias - uma vez por dia, aumentando assim as vossas possibilidades de ganharem.
- Só serão aceites participações de fãs e/ou seguidores - Só aceitamos participações de residentes em Portugal. 
- Sorteamos o livro no random.org entre todos os participantes. 
- Não nos responsabilizamos por nenhum extravio, neste caso o envio é garantido pela editora. 

NOTA: - Façam partilha do passatempo - SEMPRE PÚBLICA 
- Ou copie o link e partilhe no seu mural de facebook, blogue ou outro local.

Ajuda-nos a divulgar!!!

Resultados PASSATEMPOS

12 ANOS ESCRAVO


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RESULTADO DO PASSATEMPO 

Com 1180 participações, a participação vencedora foi a Nº 372 Joana Constança Passão.
O vencedor irá ser contactado via email e o envio será efectuado pela editora.
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Saiba mais sobre o livro aqui.
Um passatempo com o apoio
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A ENZIMA PRODIGIOSA


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RESULTADO DO PASSATEMPO 

Com 503 participações, a participação vencedora foi a Nº 189 Célia Cristina Duarte Inácio.
O vencedor irá ser contactado via email e o envio será efectuado pela editora.
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Saiba mais sobre o livro aqui.
Um passatempo com o apoio

ARENA, um selo Objectiva.

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PEDE-ME O QUE QUISERES OU DEIXA-ME.


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RESULTADO DO PASSATEMPO 

Com 808 participações, a participação vencedora foi a Nº 263 Lisete veloso de Carvalho
O vencedor irá ser contactado via email e o envio será efectuado pela editora.
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Saiba mais sobre o livro aqui.
Um passatempo com o apoio




Um policial que é um clássico...

ando perdida nesta Natureza Morta e quase 150 páginas depois não tenho a mais pequena ideia de quem é o ou os criminosos... gosto de policiais assim.



Entrevista :: Agnés Martin-Lugan

Agnés Martin-Lugand, até há pouco tempo um nome desconhecido do grande público, é neste momento a autora do romance sensação desta temporada no mercado editorial Francês.
Inicialmente auto-publicado online, "Les Gens heureux lisent et boivent du café", ou "As pessoas felizes lêem e bebem café", como foi publicado em Portugal, vendeu mais de 8500 exemplares na Amazon. Uma vez caçada pelo grupo editorial Michel Lafon, que viu no romance de estreia de Agnés um potencial best-seller, os direitos de autor já foram vendidos para mais de 18 países e a adaptação ao cinema é uma realidade.

Com o lançamento do livro em Portugal, tivemos oportunidade de conhecer a autora e falar com a ela no dia em que apresenta o seu primeiro romance ao público português.
Aproveito para agradecer a valiosa ajuda de Rui Santana Brito, responsável pela tradução do livro e pela ponte luso-francesa necessária nesta entrevista (já que o meu francês é terrible).

Como nasceu a ideia para o livro?
Um certo dia, enquanto via um programa na televisão sobre uma vila inglesa isolada e hostil junto à costa, deu por si a pensar que se algum dia acontecesse algo à sua família iria com certeza se refugiar num sítio desse género para viver reclusa da sua perda. Foi assim que surgiu a ideia de criar a história de Diane, alguém que perdeu o marido e filha e que decidi fugir para um local remoto para superar a sua perda.
A autora confidenciou que a sua escolha para a localização da história de Diane existe mesmo. Mulranny, como podem ver no MAPA, é mesmo uma pequena vila costeira da Irlanda e segundo a autora, as duas cabanas de frente para o mar, habitadas no romance por Diane e o seu terrível vizinho Edward, são reais (parece que já se sabe onde pode vir a ser filmada a adaptação cinematografica)

Como se sentiu ao ver o seu livro se tornar um best seller depois de 4 editoras a terem recusado?
Feliz, sortuda, encantada....foram tantas as palavras e emoções transmitidas pela autora. Sente-te verdadeiramente uma felizarda por ter tido a oportunidade de ver o seu romance ser editado em França (pela Michel Lafon), estar a ter uma muito boa aceitação por parte do público (150.000 exemplares vendidos) e por ter sido convidada para estar em Portugal para falar sobre o seu livro.
Recordamos que o livro "As pessoas felizes lêem e bebem café" já tem os seus direitos vendidos para 18 países.

Sabemos que o seu livro será adaptado ao cinema. Parabéns!
Como se sente com esta novidade? Quais os actores que gostaria de ver nos principais papéis?​
Como em tudo o que envolve o livro, a felicidade é tremenda mas confessa que nunca pensou quem seriam os actores indicados para os diversos papéis. Mesmo relatativamente a Diane, que acaba por ser a personagem com quem criamos uma maior ligação, a autora diz que basta ser alguém que crie empatia com a personagem, que seja capaz de transmitir as emoções inerentes à história e ao yo-yo emocional pelo qual ela passa ao longo do livro.

No entanto, a autora não estará ligada à produção do filme mas quando os direitos foram vendidos, teve oportunidade de acertar alguns detalhes com os produtores (esperemos que seja para que o fim se mantenha inalterado)

Já se fala num segundo livro. Será uma continuação deste ou uma história nova?
Correcção à Elsa - Não se fala de um segundo livro, ele está mesmo quase a sair.
Dentro de duas semanas sai em França o seu segundo romance -
Entre mes mains le bonheur se faufile ​ - GOODREADS​
​Este não será uma continuação do livro já editado em Portugal no entanto, não coloca de parte a possibilidade de o continuar e promete que um dia, talvez, possamos ler o resto da história de Diane (e Edward).
​Para mim, que reclamei com a falta de uma conclusão (na minha crítica), tive oportunidade de ouvir, durante a apresentação, algo que a autora disse que me fez mudar de opinião (e lembrar algo que aprendi à custa da experiência). Deixem o fim estar como está, nem tudo na vida é romance e as pessoas têm de saber ser um indivíduo antes de serem parte de um par.

Claro que a minha pequena entrevista apenas ficou completa com a divertida mas igualmente comovente apresentação pelas palavras de Antonieta Lopes da Costa, onde o pequeno público que estava presente teve oportunidade de ficar o mundo de "As pessoas felizes lêem e bebem café".

Revi-me nas palavras da jornalista quando refere que este é um livro que quando se começa a ler não o conseguimos largar até às últimas páginas. Sentimos que estamos perante um filme que se desenrola na nossa cabeça (daí não ser surpresa que já esteja a ser preparada a adaptação para o cinema, que segundo Antonieta, podia ser toda filmada nos Açores por tantas serem as semelhanças com os cenários descritos da pequena vila irlandesa)

Gostei igualmente da pausa para questionar à autora se ela fumava, visto que a personagem principal é aquilo a que habitualmente chamamos de chaminé. Eu como fumadora, também tive vontade de puxar mais do que uma vez de um cigarro durante a leitura.

Numa última nota, a jornalista referiu ainda que, com a leitura deste romance, teve a oportunidade de encerrar um processo de luto pesaroso de dois membros da sua família. Uma prova que os livros (o café e o tabaco!) nos acompanham em diversas jornadas da vida.
Como referi na minha opinião divulgada no próprio dia da apresentação, estes elementos estão presentes na alegria e na tristeza (agora que digo isto, mais parece que estou a proferir votos num casamento!)

​A autora, emocionada com o convite mas igualmente perdida perante tudo o que tinham dito até então (a própria admitiu com um sorriso!), agradeceu a oportunidade de vir até Portugal apresentar o seu livro, o seu primeiro bebe literário, que lhe dá tantas alegrias com todo o sucesso que tem tido em França e agora em Portugal.
Confessa que nunca pensou atingir um nº de leitores tão elevado e espera que os leitores portugueses gostem história de Diane e que criem empatia com ela.

Aproveito para incluir o booktrailer que tem passado na SIC.
Já o viram?


​Nós gostaríamos de agradecer à Guerra e Paz a oportunidade de ler este livro e o convite para ficar a conhecer a autora.​
Que venha o filme e o segundo livro :)

Boas leituras!

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Os Aromas do Amor/The Flavours of Love (PT/ENG)

Enquanto para outras leitoras este é o nono livro de Dorothy Koomson, para mim ainda é o primeiro. Embora outros já me tenham passado pelas mãos, ainda não li nenhum. No ano passado,entre picnics literários e visitas à feira sozinha, reservei uma tarde de sábado para ir com a mãe passear, namorar livros e gastar dinheiro. Por essa altura, lá em casa ainda não tínhamos entrado na febre Dorothy Koomson. Essa começou nessa mesma tarde quando dou com a minha mãe a ler o primeiro capítulo de um livro e reparo que a autora iria estar a dar autógrafos no espaço da Porto Editora dentro de minutos. Claro que a minha mãe não resistiu e acabou por comprar dois livros, um dos quais voltou assinado para casa depois de EU ter estado na fila e falado com a autora, visto que mãe se armou em tímida e ficou a acenar ao longe (ahh família!)
Desde então, tem sido uma roda viva de livros lá em casa, uns oferecidos e os outros comprados. Por enquanto a colecção ainda só tem 6 (mais um, se já contarmos com Os Aromas do Amor) e eu acabo de entrar no comboio Dorothy Koomson, na ultima carruagem.
Esta é a minha opinião :)


O prenúncio da história de Saffron que obtemos da sinopse não é nem metade dos dramas que afligem a nossa personagem principal. Dorothy, a Rainha do Drama!
Saffron, perdeu o seu marido e grande amor da sua vida há 18 meses. Encontrado no meio da rua, esvaído em sangue, Joel deixou a mulher e 2 filhos menores sem que nunca se tivesse encontrado o culpado, mesmo após meses de investigação por parte da Polícia.
Esse fatídico dia mudou para sempre as vidas dos que lhe eram mais chegados, em especial a mulher, que tenta segurar as pontas da sua vida familiar desde que a polícia lhe entrou em casa com a trágica notícia da morte de Joel. Pior que viver com a perda e as memórias vívidas que a assaltam todos os dias, é ter de guardar segredo, para sua segurança e dos seus filhos, sobre a identidade do assassino de Joel.
Mas como de seria esperar (para mim não que nunca li Dorothy Koomson) as provações de Saffron não começam nem acabam aqui.
À medida que a leitura foi avançando dei comigo a perguntar à minha mãe "As histórias dela são sempre assim? Quando pensas que a situação já não pode ser pior, lá surge um monstro de outro canto que torna tudo ainda mais complicado"
A mãe assentiu com a cabeça e eu fiquei com curiosidade de conhecer os outros novelos intrincados de dramas quotidianos que compõem os livros da Dorothy mas primeiro tinha de atravessar o torvelinho que era a vida de Saffron, o segredo sobre a identidade do assassino, a agonia de ver a sua filha numa situação complicada, a traição à sua própria saúde e o tormento que é ter o cerébro e o coração a digladiarem entre o desejo e a razão.
É magistral o intrincado de detalhes que completam a história, deixando-nos pendurados por saber afinal quem é responsável por este ou aquele problema até quase ao final.
A história de Saffron, repleta de dramas do quotidiano, faz-nos pensar no nosso papel como indivíduos (no que fazemos pelo nosso bem estar ou consequente destruição), no quanto nos sabotamos para o bem estar dos outros mas acima de tudo fez-me pensar no meu papel como filha e, actualmente, no meu papel como mãe.
Eu já fui a filha problemática e agora sou a mãe que pensa "como vou lidar com o meu filho ao longo dos anos". E se a vida quotidiana, sem os dramas que apoquentam Saffron por vezes já é complicada de lidar, imaginem quando o tapete nos é puxado à força debaixo dos pés, quando caímos desamparados e enquanto ainda estamos no chão, lentamente a tentar reunir forças para nos erguermos e lutar, somos novamente arremessados por forças que em vez de nos ajudarem só nos calcam ainda mais.
A empatia que criamos com Saffron é exactamente por isto, passou os últimos meses a sofrer pela perda do marido, que lhe foi roubado e que com ele levou o equilíbrio que a vida familiar e a sua física e mental de Saffron necessitava para viver. 
No entanto, o que seria a razão para sofrer mais, é igualmente o que a mantém viva, as memórias da vida com Joel.

A meio da leitura dei por mim a desejar que este livro viesse a ser um filme mas rapidamente coloquei de lado a hipótese visto que uma das personagens que mais gostei foi Joel e vê-lo morrer ia dar cabo de mim! Claro que teria muita curiosidade para ver quem daria vida a Saffron, a Tia Betty (adorei-a!), a Finn ou aquela pessoa que não podemos mencionar e que é culpada pela morte do Joel.

Os Aromas do Amor possui uma narrativa que nos leva a momentos actuais, durante e antes daquele dia (o da morte de Joel), e que nos faz reparar nos detalhes, nos faz voltar atrás para ver se não perdemos alguma pista. Acima de tudo, é uma narrativa que activa a nossa compaixão que revolta o nosso lado humano e maternal.
Compreendo agora as boas críticas que suportam o sucesso dos livros de Dorothy Koomson em Portugal. A dose de realidade é forte, o enredo sofre voltas e reviravoltas que nos deixam perplexos mediante a complexidade da vida da personagem. Ao bom jeito português, com o nosso "podia ser pior", damos connosco a pensar "tenho de deixar de reclamar, a minha vida não tem nem um terço das complicações que ocupam a cabeça de Saffron".
E se os livros não servirem para nos ensinar algo e fazer dar valor ao que temos, então para que servem?

Se Dorothy Koomson já tinha uma fã na Família Rodrigues, parece-me que agora tem duas. E os livros que faltam na colecção da mãe devem chegar à estante lá para a altura da Feira do Livro de Lisboa.

Uma vez mais, espero ir para a fila, com a mãe a acenar ao longe enquanto temos o nosso exemplar de "Os Aromas do Amor" autografado.

Não se esqueçam, dia 14 e 15 de Junho às 15h na Feira do Livros de Lisboa

PS: A capa foi de LONGE a melhor representação do conteúdo do livro que eu já vi. Inicialmente pensei "ah eles estavam a preparar um livro de receitas dai as amoras" mas esta capa tem tanto detalhe certeiro que eu tive de a recriar, substituindo as tão malfadas amoras pelo livro. 


PS: Lisboa! Adorei começar a ler o livro e ver que Lisboa vem referida, a minha avenida vem mencionada. Agora perguntam vocês "porquê?" :) Foi no caminho para Lisboa que Joel e Saffron se conheceram. :) 

Mais informações no site

REVIEW

For other readers, this is the ninth book of Dorothy Koomson, for me is the first. Last year, between literary picnics and solo visits to the Lisbon's Book Fair, I booked a Saturday afternoon to go there with my mom, to fall in love with books and spend money. By that time , the Dorothy Koomson reading wave hadn't arrived at our homes. This began that afternoon when I found my mother reading the first chapter of a book and notice that the author would be signing autographs at the Editor's space (Porto Editora) within minutes. Of course my mother could not resist and we ended up buying two books, which came home signed after I have been in line and talked to the author alone because my mother decided to play shy and stayed waving at a distance ( ahh family !)
Since then it has been a whirlwind of books at our home, some offered and others bought. For now the collection has only 6 books (one more, if we count The Flavours of Love) and i'm just now getting on the Dorothy Koomson train, boarding the last wagon.
And this is my opinion :)

The glimpse of Saffron's story that we get from the synopsis is not even half of the dramas that falls upon our main character. Dorothy, the Drama Queen!
Saffron , lost her husband and great love of her life 18 months ago. Found in the streets, bled to death, Joel left his wife and two kids without the culprit being brought to justice, even after months of investigation by the police.
That fateful day changed forever the lives of those who were closest to him, especially his wife, who tries to make ends meet for their family life since the day the police entered her home with the tragic news of Joel's death. Worse than living with the loss and vivid memories that assault her every day, is having to keep a secret for the safety of her family, about the identity of Joel's killer .
But as would be expected (not for me who never read Dorothy Koomson) Saffron trials do not begin and end here.
As the reading progressed I found myself asking my mother "Her stories are always like this? Just when you think the situation could not get worse, a monster arises from another corner and makes it even more complicated " My mother nodded and I was curious to know the other intricate weebs of everyday dramas that make Dorothy's books but first had to cross the whirlwind that was Saffron's life, the secret about the killer's identity, the agony of seeing her young daughter in a complicated situation, the betrayal of her own body and the torment that it is to have your brain and heart gladiating between desire and reason .

The masterful intricate of details that complete the story leaves us hanging to know who is responsible for this or that problem until the last pages.
Saffron's story, full of dramas of everyday life, makes us think of our behavior as individuals (what we do for our well being and what consequently leads us to destruction), the way we sabotage ourselves to the welfare of others but above all made ​​me think about my role as a daughter and now, my role as a mother .
I've been the troubled daughter and now i'm the mother concerned with "how am i going to deal with my son over the years". And if everyday life, without the dramas that torture Saffron is sometimes complicated to deal with, imagine the rug being pulled from under your feet and when you fell helpless while still on the floor, slowly trying to gather strength to stood up and fight, you are thrown back by forces that instead of helping just trample you even more .
The empathy we create with Saffron is due to this reason, she has spent the past months suffering the loss of her husband, who was stolen from her and with him went the balance of their family life and Saffron's physical and mental health which she needed to survive every new day.
In the mean time, what would be a reason to make a suffer, is exactly what makes her keep going. The memories of her life with Joel.

While reading I found myself wishing that this book could be made into a movie but quickly put aside the idea since one of the characters I liked best was Joel and watch him die would really hurt me ! Of course i'm still curious to see who would bring Saffron to life, who would play sassy Aunt Betty (loved her!), Finn or that person we can not mention and that is blamed for the death of Joel .

"The Flavours of Love" has a narrative that makes us travel in time, to before and after that day (Joel's death) and that makes us notice the details, makes us go back a couple of pages to see if we did not lost any leads. Above all, it is a narrative that activates our compassion  and uprises our human and maternal side.
Now I understand the good reviews that support the success of Dorothy Koomson's books in Portugal . The reality dose is strong and the plot suffers twists and turns that leave us perplexed by the complexity of the character's life. Using the proper Portuguese expression , "it could be worse", we find ourselves thinking " I have to stop complaining, my life doesn't have one-third of the complications that occupy Saffron's head " .
And if books do not teach us something or make us value to what we have , what are they good for ?

If Dorothy Koomson already had a fan in the Rodrigues Family, it seems that now it has two. And the missing books in my mother's collection might come home from the next Lisbon Book Fair .
Once again, I hope to get in line with my mother waving from afar while we have our copy of " The Flavours of Love " signed by the author.
Don't  forget, on the 14 and 15 June at 15hours - Lisbon Book Fair

PS : The cover was by FAR the best representation of the content of a book that I have seen in ages. Initially I thought "oh they were preparing a cookbook and there must be something about the blueberries " but in this case, the cover has so much  accurate detail that I had to recreate it, replacing the damned blackberries with the book .


PS 2: Lisbon! It made me smile to see Lisbon and my favorite Avenue (Liberdade) being mentioned. Now you ask " why? " :) It was on the way to Lisbon that Joel and Saffron met . :)

Comecei a ler...

Com a leitura do primeiro livro da série PRIVATE fiquei completamente viciada no mundo de Jack Morgan e da sua agência de investigação. Enquanto preparo a crítica ao primeiro, começo a ler o próximo, Private - Principal Suspeito

Sinopse
Uma ex-namorada assassinada. Investigações à margem da lei. 

A Private é a agência de investigação mais eficiente do mundo, criada para resolver de forma discreta os problemas dos ricos e poderosos. Jack Morgan, antigo fuzileiro naval e agente da CIA, é o seu dono. Os agentes da Private são os mais inteligentes e rápidos, e dispõem das tecnologias mais avançadas. 

 Desta vez, é o próprio Jack Morgan que se torna o principal suspeito da morte da sua ex-namorada. Ao mesmo tempo que é vigiado pela polícia, a Máfia obriga-o a recuperar 30 milhões de dólares em material farmacêutico roubado, e a bela presidente de uma cadeia de hotéis pede-lhe que investigue uma série de assassínios ocorridos nas suas propriedades.

Numa luta contra o tempo para provar a sua inocência, Jack tem de enfrentar os inimigos mais fortes e inteligentes de sempre. Com mais ação, intriga e surpresas do que nunca, Private: Principal Suspeito é James Patterson ao seu melhor nível.

Uma recente novidade

"As pessoas felizes lêem e bebem café" :: Opinião

Café, livros e cigarros são parte integrante da felicidade e da tristeza.


Conhecemos Diane em Paris, enlutada pela morte do marido e da filha, fechada no cofre de recordações que é a sua casa, quase inalterada desde o derradeiro dia em que a vida da sua família foi ceifada pelo destino. Revoltada com o destino cruel que lhe foi reservado, mantém contacto apenas com Félix, o seu melhor amigo e sócio no café literário que deixou ao abandono desde o fatídico dia.

Longe de ultrapassar a dor que a sobrecarrega todos os dias, Diane é incentivada por Félix a salvar-se da situação deplorável em que se encontra. Se em certos e determinados momentos da vida todos precisamos de uma boia de salvação, para Diane, este apoio surgiu na forma de um local afastado de Paris, perdido nas margens da costa Irlandesa, longe de tudo e todos, especialmente dos locais que mais lhe traziam memórias de quem já partiu.
Mais que um local, são as pessoas que lá encontrou que lhe deram a mão, que acabam por a salvar das maneiras mais inesperadas.​ Há quem a recebe com um abraço, quem a arraste para um bar ou a brinde com um gesto afectuoso quando até então só teve palavras de desdém e um comportamento completamente irascível perante a presença de Diane naquele local. 

Edward, o vizinho insuportável, acaba por ter um papel mais activo na vida de Diane do que inicialmente qualquer um poderia supor. Determinados em se odiarem desde o primeiro momento, as conversas que encetam são crispadas, quase violentas. No entanto, um momento de fraqueza acaba por os aproximar.
Sem querer, acabam por se ajudar um ao outro. Cada um carrega os seus demónios e assim como a alegria, também a dor tem de ser sentida e partilhada. 
Mas o que será que o futuro lhes reserva? Serão uma nova etapa ou apenas um ponto de viragem? 

​​Um romance simples, sobre as provações a que a vida nos submete e a capacidade infindável do ser humano em encontrar alegria nas mais pequenas coisas e esperança num recomeço com sucesso.

Como se trata de um romance curto (lido em 2 horas), s​enti a falta de um epílogo, um "não se preocupem que esta história não termina aqui". Confesso que não termina mal, nem de longe, fiquei até francamente surpreendida por ter gostado imenso da história visto que este não é um romance típico "boy meets girl". Quando conhecemos Diane ela está mergulhada na profunda depressão de ter perdido o marido e a filha. Sabemos que qualquer passo em direcção a uma vida que se assemelhe à normalidade é bom sinal. Sair, trabalhar, dançar, sorrir, pensar sequer na possibilidade de se apaixonar. Mesmo quando a personagem principal não toma o caminho mais comum, sorrimos por saber que era exactamente disto que ela precisava para voltar a si própria.​

​Curiosamente, ler é coisa que ela faz pouco mas fumar e beber café, ora bem, faz a toda a hora :)
​Afinal não me enganei, realmente faltava "e fumam cigarros" no título.

Uma novidade

Sessão de lançamento hoje, na FNAC CHIADO, às 18h30.
Venham conhecer a autora e ouvir falar sobre o livro sensação em França.

Boas leituras!

terça-feira, 27 de maio de 2014

Sylvain Reynard :: Novo Romance

Depois do êxito da Trilogia Inferno de Gabriel, Sylvain Reynard regressa com The Raven, parte integrante da sua nova série Florentina.
De volta à Galeria Uffizy, ficamos a conhecer a história de Raven Wood.

Deixo-vos a sinopse (em inglês)

Raven Wood spends her days at Florence’s Uffizi Gallery restoring fine works of Renaissance art. But an innocent walk home after an evening with friends changes her life forever. When she intervenes in the senseless beating of a homeless man, his attackers turn on her, dragging her into an alley. Raven is only semi-conscious when their assault is interrupted by a cacophony of growls followed by her attacker’s screams. Mercifully, she blacks out, but not before catching a glimpse of a shadowy figure who whispers to her…

Cassita vulneratus.

When Raven awakes, she is inexplicably changed. She returns to the Uffizi, but no one recognizes her and more disturbingly, she discovers that she’s been absent an entire week. With no recollection of the events leading up to her disappearance, Raven also learns that her absence coincides with one of the largest robberies in Uffizi history – the theft of a set of priceless Botticelli illustrations. When the baffled police force identifies her as its prime suspect, Raven is desperate to clear her name. She seeks out one of Florence’s wealthiest and elusive men in an attempt to uncover the truth about her disappearance. Their encounter leads Raven to a dark underworld whose inhabitants kill to keep their secrets…

Ainda sem qualquer notícia sobre a possibilidade de ser editado em Portugal, fica a informação para as fãs da autora, dos seus romances e da cidade de Florença.

Mais informações no Goodreads e no site da autora

Quanto à Trilogia de Gabriel...
Eu estou a guardar religiosamente o terceiro livro para um momento em que eu possa apreciar a leitura em todo o seu esplendor. Esta trilogia agarrou-me desde as primeiras linhas e obviamente não quero perder pitada do último capítulo. Sem pressas, sem leituras intercaladas....quero um momento a sós com o Professor Gabriel.

Relembro as opiniões dos dois primeiros livros
   
:)
Temos fãs da Sylvain Reynard? 

Aquisições à Biblioteca da Elsa

"Mas esta gaja compra livros todas as semanas?"
Não devia, eu sei mas há livros em segunda mão que uma pessoa não resiste. E fazer umas trocas que vão enriquecendo as bibliotecas de outros (e a nossa) também nunca magoou ninguém.


Faz tempos que ando para ler Elizabeth Adler. Curiosamente, a minha mãe começou a lê-lo mal ele entrou em minha casa.
Já eu deixei-os na lista de leitura para quando criar o meu clone. Tenho planos de a enviar para o trabalho para que eu possa ficar em casa a ler o dia todo.
Parece-vos bem?
:)
Boas leituras!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

"As pessoas felizes lêem e bebem café" - Uma novidade


O meu primeiro pensamento perante o título foi:

"Eu sou feliz a ler, beber café e fumar um cigarro"
Eu sei, faz mal mas a vida é curta e sabe-me bem.

É exactamente isso, a curta duração das nossas vidas, que encontramos no romance sensação de Agnès Martin-Lugand.


Sinopse
Depois da morte do marido e da filha num brutal acidente de automóvel, Diane fecha-se em casa durante um ano, imersa em recordações, incapaz de reagir. Mas, quando já nada parece poder mudar, é precisamente uma dessas recordações que a faz escolher Mulranny, uma pequeníssima aldeia na Irlanda, como destino.


Instalada numa casa em frente ao mar, Diane é gentilmente recebida por todos os habitantes - todos menos um. Será Edward, o bruto e antipático vizinho, a resgatar Diane da apatia em que parece estar novamente a mergulhar. Primeiro, pela ira e pelo ódio. Mas depois, contra todas as expectativas, pela atracção.

Como enfrentar este turbilhão de sentimentos? O que fazer com eles?

O livro será apresentado ao público português na próxima quarta-feira, dia 28 de Maio, às 18h30 na FNAC do Chiado.
Quem estará presente?

Fiquem a saber mais informações no Facebook da Autora
e no site

Falta um mês!

(Fotos Elsar - Cinemas NOS Alvaláxia - Lisboa)

Desde que li "A Culpa é das Estrelas" que faço campanha pela história de Hazel e Gus. 
Sou completamente a favor de indicar este livro a quem me perguntar "o que achas que devo ler a seguir?" 

Acima de tudo, gosto de saber quando uma pessoa amiga lê e fica rendida ao mesmo livro que eu. É com um sorriso (em partes iguais de felicidade e tristeza) que divulgo a opinião da minha amiga e nossa seguidora Malu Lia :) 

 " O que posso dizer sobre este livro que já não tenha sido dito? Que ele é lindo, perfeito, traz a nossa sensibilidade à flor da pele, nos faz pensar sobre a efemeridade da vida e do que é realmente importante? Tudo isto e mais um pouco. O comentário mais sincero que posso fazer sobre esta belíssima história é que, depois de emendar livro após livro, esquecendo imediatamente o anterior, na minha ânsia em compensar todos os anos que negligenciei a literatura, hoje não lerei mais durante as horas que restam deste dia e talvez não amanhã tb. Estou oficialmente em luto literário. Não quero me despedir tão rápido da Hazel Grace e do Augustus. Quero mantê-los vivos na minha memória enquanto conseguir ​" ​

 Agora vamos esperar que o filme sai já para o mês que vem.
26 de Junho
 Chega rápido sff! :)

domingo, 25 de maio de 2014

"Pede-me o que quiseres, ou deixa-me" - Opinião

Já tinha saudades de Judith e Eric!
Realmente depois de ter ouvido a autora falar deles como de dois amigos seus se tratassem, quase que damos por nós a pensar que os estamos realmente a rever depois da sua solarenga e escaldante Lua de Mel.

Sinopse

Reencontramos Eric e Judith nas areias da Riviera Maia, em dias de ócio, prazer e sol. Parecem mais unidos do que nunca, empenhados em manter a paz e em não discutir. Deste modo, tudo corre às minhas maravilhas.
No regresso a casa, a passagem pelo México, apresenta-nos personagens com quem rapidamente simpatizamos e permite-nos rever outras que já nos conquistaram anteriormente. É interessante como enquanto mantém o seu recente casamento saudável, ainda conseguem encontrar tempo para emparelhar outros (com isto refiro-me a Judith, armada em casamenteira).
Nesta nova etapa da vida do casal, os seus amigos continuam tão presentes fora como dentro do quarto. As cenas, com temperaturas que rivalizam com qualquer cidade no sul de Espanha em pleno Agosto, estão cada vez mais elaboradas. E o prazer de experimentar algo novo e testar novos limites, seduz cada vez mais Judith, que não recusa as sugestões do marido. No entanto, quanto mais mórbida a cena (lá estou eu a usar a palavra deles!), mais próximo e cúmplice fica o casal.

O regresso à normalidade, ao local a que agora chamam casa em Munique, trará provações e situações que oscilam o bem estar da relação e da saúde de ambos.
Curiosamente, como diz a canção que ficou como mais um dos temas do casal ("Se nos dejan" de Luis Miguel), se os deixarem, eles conseguem ser felizes mas ainda existe quem se aflija com a alegria e o amor de Judith e Eric, quer por inveja, despeito ou simplesmente por maldade.
Mesmo em maré de paz e amor, a sua relação tem novas provas a superar. Conseguirá resistir à passagem do tempo? A um acidente? A uma traição? E à constante presença dos problemas e assuntos pessoais da família e amigos próximos na sua vida?
Qual a semente que irá germinar mais rapidamente? A da discórdia ou a da esperança num futuro risonho?
Será um "Pede-me o que quiseres" suficiente para remediar o mal feito?

No seu jeito que já nos é familiar, as relações humanas desenvolvem e os problemas resolvem-se, porque como em todas as relações há dias bons e outros mais complicados, especialmente quando as contas já não se fazem com um simples 1 + 1.

Um fim que pode ser previsível para muitos, tem o seu número ideal de twists e surpresas que nos fazem ficar felizes por reencontrar Eric e Judith no auge da sua vida a dois. Ficamos igualmente contentes por estarem tão bem acompanhados de família e amigos.
Ver desenvolver, em redor de Judith e Eric, as relações dos outros personagens torna ainda mais cativante esta história. Ficamos felizes por outras personagens mas sentimos que a ponta solta é Bjorn, tão bom amigo, um partido irresistível e solteiro. Mas por quanto tempo?
Alguém traga Sorpréndeme de uma vez por todas para Portugal, se faz favor, ou terei de aceitar a proposta de uma amiga e ler a tradução do Brasil, ou quem sabe, cometer a loucura e comprar o livro em Espanhol.

Por ai, que me dizem de Pede-me o que quiseres? Gostaram de conhecer a impulsiva Judith e sensualmente controlador Eric? Ansiosos pelo terceiro livro da Trilogia?

Deixo-vos a opinião ao primeiro e segundo livro da trilogia

 
E a entrevista com a Megan Maxwell

Uma Trilogia de sucesso da

Comecei a ler...

Livros que andavam debaixo de olho faz tempos.
Vamos lá devorar PRIVATE de James Patterson.

Para ler um a seguir ao outro :)
Assim é que é bom!


Boas leituras!

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Aquisições à Biblioteca da ElsaR (e da mãe)

Alguém me pare!

Esta semana entrei numa loja que vende livros em segunda mão e pimba, voltei para casa com 4. Na mala já trazia um que chegou de uma troca. Por isso, voltei com 5.

Tirando o Nicholas e a Sveva, que são para a mãe, tenho mais 3 livros para consumir na estante. Na realidade, a estante dos "Por ler" cresce de dia para dia.

Que vos parece?
Proibo-me de entrar em sítios que vendam livros?

Quanto às leituras.... 
 
Sei que temos por ai fãs do Espero por ti. Quero ler este livro desde que foi lançado :)
e Quando eramos mentirosos, adorei a sinopse. Já tinha falado deste livro aqui e pelo que já li, parece-me que acertei. 

Quem já leu alguns dos livros que adquiri?


A Feira do Livros e o Pic Nic Literário

Estava eu a beber o café, com um olho no rodapé do telejornal, quando vejo passar o seguinte:
"Feira do Livro de Lisboa com novos pavilhões e picnic literário"
Entre o espanto e a alegria, dei por mim a sorrir por nós, por vós e por Lisboa.
Adoramos a Feira do Livro e o nosso Picnic Literário toma forma a cada dia que passa.

É sempre interessante ver a ideia divulgada, assim como o evento. A Feira só tem a ganhar com a promoção e visibilidade dos meios de comunicação.

Jornal SOL



SIC Notícias



Hardmusica



Marquem na agenda
Dia 13
16h - 18h30
:)

Novidades Marcador - Para a estante Efeito dos Livros

Desde que tropecei em "Eu Sou Deus" que Pedro Chagas Freitas tem figurado na lista de livros a ler. Embora o último não me tenha arrebatado (falo de In Sexus Veritas), não podia perder a oportunidade de ler Prometo Falhar.

A outra novidade da Marcador é "O Homem que perseguia o tempo".
Um livro que, como diria o Caracol, me convencia pela capa :) é espectacular.
Ah pelas boas críticas e pelo excerto.

Algumas destas novidades figura na vossa lista de livros a ler brevemente?