Pesquisar neste blogue

A carregar...

sábado, 24 de janeiro de 2015

Opinião "Adivinha quem sou"

Plano A: Concentrar-me na música e não me apaixonar.
Plano B: Desfrutar e viver sem arrependimentos
Plano C: Perder-me de amores por um moreno misterioso e que não quer nada comigo.

Parece-me que para Yanira, a senhora do planos A B C, devia existir a opção “Todas as anteriores!”, já que para ela todos estes planos são viáveis e atropelam-se para acontecer no espaço de tempo que decorre "Adivinha quem sou"


Conhecemos Yanira, uma jovem cantora, na sua terra natal, Tenerife. Decidida em desfrutar o melhor da vida e deixar os sentimentos para as músicas românticas que gosta de cantar, decidiu deixar de lado o amor quando um turista a deixou de coração partido.
Iniciada nos gostos já anteriormente conhecidos das personagens das histórias de Megan Maxwell, Yanira vive a sua liberdade de mulher solteira e decidida em pleno. Se quer, vai atrás e toma de assalto o seu alvo. O que não esperava encontrar ao embarcar numa aventura pelo Mediterrâneo era um misterioso moreno da manutenção do navio que a intriga em igual medida que a ignora.
Mas quando Yanira marca o seu alvo, não descansa até atingir o seu objectivo.
E para quem tem saudades de Judith Flores (Pede-me o que quiseres), venham conhecer Yanira!
Mordaz, sarcástica, inconveniente, apaixonada, senhora do seu nariz, não deixa por dizer o que lhe vai na cabeça e é graças a isso, e à sua bela voz, que a aproximação de Dylan, o tal homem mistério, é inevitável.
Entre uma série de mal entendidos e momentos escaldantesm Dylan e Yanira envolvem-se, num trato físico quase sem se aperceberem que estão a abrir a porta a algo mais.

Por que na realidade, o que sabem um sobre o outro? 
Que gostam um do outro? Que se desejam? Que quando dançam o mundo deixa de existir à sua volta?
Que relação se pode esperar entre alguém que jurou não se apaixonar e outro que foge da sua própria vida e identidade?

E é aqui, é aqui que eu sinto uma quebra, como se fosse uma divisão na história. Se me for possível lançar ideias parvas, quase que diria que este livro tinha sido iniciado numa era pré-pede-me o que quiseres e que a segunda parte, tinha sido escrita já depois da trilogia. Embora neste primeira fase se saiba em pleno ser algo escrito pela Megan, no momento em que eles arrancam com destino a Porto Rico é como se a escrita me fosse mais familiar do que na parte inicial no barco.
Mas talvez seja só impressão minha, a verdade é que do meio para a frente a história ganha um ritmo alucinante, com um cunho Megan Maxwell na receita “vamos lá gerar drama”. Inicia-se o combate em terras porto riquenhas com a família dele, mas especificamente o pai, muito ao género Judith Flores e conhecemos um lado de Yanira mais ao nosso gosto. Os acontecimentos em Villa Melodia fizeram-me gostar imenso de “Adivinha quem sou” mas não tanto como gostei da história de Judith e Eric ou Bjorn e Melanie, especialmente estes últimos.
Mas tem um final impróprios para cardíacos !! Oh Megan, quantas leitoras meteste nas urgências?

AGORA, depois daquele final, resta-nos esperar (não muito) pelo segundo e último livro desta duologia.


"O melhor plano é improvisar"
Gosto!
Que venha "Adivinha quem sou esta noite" já em Fevereiro :)

Boas leituras :)

Deixo-vos a opinião à trilogia Pede-me o que quiseres
 
entrevista com a Megan Maxwell e a opinião a Surpreende-me, a "continuação" da trilogia



Uma autora que nos chega pela mão da


Sem comentários :