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domingo, 26 de abril de 2015

Opinião "Um, Dó, Li, Tá"

Um, Dó, Li, Tá
dois reféns, uma bala
lá para o meio vais ter medo
neste livro só quem mata livre está.

(desculpem, não resisti em fazer a minha cantilena arrepiante!)

Desde o lançamento do livro de estreia de M. J. Arlidge que este ficou na minha lista “Pendentes de Leitura”. A mana leu-o de imediato e já partilhou a sua opinião aqui.

Se os olhos comem, os meus apanham uma barrigada de casa vez que olho para “Um, Dó, Li, Tá”. Se esta capa não vou grita “sozinhos, assustados e cobertos de sangue no meio do nada” então prestem atenção.
Com uma sinopse que remete a filme que já nos arrepiaram os pelos dos braços em outras ocasiões, “Um, Dó, Li, Tá” começa com um caso de um casal raptado e subtido ao isolamento durante semanas à fome às intempéries. Qual a única maneira de escaparem? Têm de escolher, matar ou morrer.
Mas entre amor e sacrífico, quem acaba por sofrer mais? O que morre ou o que sobrevive com aquele episódio e a morte da pessoa amada na memória?
E perante outro ser humano, seja amante, amigo ou colega de trabalho, como se toma essa decisão?
Acreditem que este é apenas o primeiro caso e comparado com os seguintes, até é simples.
Todos os outros que se seguem vão ser acompanhados pela Inspectora Helen Grace, a figura central da série e que é responsável pela investigação do primeiro rapto e dos seguintes, que aparentemente não têm ligação entre si, não fosse o olhar atento de Helen e alguma mania da perseguição.

Repleto de elementos que nos prendem, nos tiram o sono e nos revoltam o estômago, “Um, Dó, Li, Tá” prepara o terreno para o 2º capítulo da história de Helen que encerra em si detalhes que queremos ver aprofundados e mistérios que queremos ver resolvidos.

E vocês? Já conhecem M. J Arlidge?
Já imaginaram o cenário horripilante de um dos raptos de “Um, Dó, Li, Tá”? Não?! Então leiam mas nunca antes de dormir ou durante uma refeição

Ponto alto: os flashbacks, para umas cenas fora da linhas continua da investigação
Ponto baixo: incoerência na história - cena em que uma personagem aparece sem casaco e na cena seguinte já o tem novamente vestido.

Mal posso esperar por ler “À morte ninguém escapa” mesmo com os possíveis spoilers que a mana opinião aqui).
me pode dar visto que já acabou a leitura e adorou o que encontrou (
Ah, recordo que está a decorrer até dia 20 de Abril o passatempo para ganhar um exemplar do mais recente livro do autor.

Cortesia da 


1 comentário :

Isaura Pereira disse...

Olá!

Gostei do comentário especialmente da lengalenga :)
Parece uma boa leitura. Já o vou colocar na minha lista.

Beijinhos e boas leituras