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sábado, 30 de abril de 2016

«A Vingança serve-se quente» de M. J. Arlidge - Opinião


"- O maço de cigarros tinha algo a envolvê-lo, algo que derreteu com o calor e que se fundiu para sempre com ele. Penso que se terá tratado de um elástico. É um truque comum entre incendiários."

É exactamente assim que eles estarão, fundidos. Ambos unidos pela falta de amor e de compreensão, mas também pela sede de vingança e de mostrar ao mundo, o que o mundo deles não lhes ofereceu. 

Arlidge traz-nos neste seu quarto thriller policial violentos incêndios que unem a história de várias famílias que se vêm dilaceradas perante a violência que alastra por toda a cidade. Uma onda de crimes que Helen Grace e a sua equipa não entendem e que não parece ter justificação ou ligação aparente. 

É entre duas noites gélidas que voltamos a Helen e Charlie, as inspectoras a que Arlidge já nos acostumou, e às suas dúvidas pessoais e profissionais. Porém, saboreamos pouco dessas vidas e da suposta calmia que lhes pauta os dias, já que seis violentos incêndios deflagraram em menos de 24h. 
Southampton estava a arder!!!

Este novo enredo traz-nos inúmeras novas personagens que serão o centro das atenções da Unidade de Incidentes Graves, conferindo a velocidade, o horror e a violência a que o autor já nos habituou. Ainda assim, Helen e Charlie têm as suas vidas a decorrer e talvez a irem por caminhos que menos apreciam, vontades contra as quais têm de combater. Ainda assim, senti, ao longo de todo o livro, que se abordou pouco, ou menos, destas duas vidas e talvez fosse delas que eu mais quisesse saber.

"Ali sentada, emoldurada pela enorme janela panorâmica e a ver a sua silhueta no escuro, Helen era a própria imagem da solidão silenciosa."

Julgo que há muita desta solidão silenciosa a pairar sobre todo o ruído que há neste enredo até se chegar às conclusões finais. A solidão e a falta de amor são gritantes e abordadas de forma bastante incisiva, demonstrando a vulnerabilidade e as brechas enormes que abre nas personalidades de cada um, tanto mais jovens como adultos já "feitos". 

O autor traz inúmeros temas e flagelos sociais para dentro deste livro, tornando-o muito actual e muito real face a alguns dos problemas que as famílias aqui retratadas enfrentam. Os lares destroçados, fruto de coisas tão diversas como: desemprego, divórcio, famílias monoparentais, violência doméstica ou abusos infantis, são algumas das preocupações que tornam o livro angustiante e capaz de se aproximar em muito à realidade, talvez cumpra até um papel social, alertando para o desespero que se esconde atrás de acções poucos claras e que os demais julgam e repreendem. 

Convêm ainda referir que Emilia Garanita continua activa e boa saúde e claro, a dar as habituais dores de cabeça à inspectora-chefe, mas até ela esteve um pouco mais apagada nesta acção. A dada altura julguei que uma nova reportagem e a sede algo sumarento e tóxico que a fizesse subir na carreira, fosse colocar a descoberto Helen Grace. Eu queria que os seus segredos mais obscuros fossem revelados ao público em geral, devido aos riscos que decidiu correr e já sem Jack, pensei que fosse neste volume que se desmoronassem, mas ainda não. Há segredos que continuarão guardados e novos que se revelam aos olhos do leitor. 

Quem sabe se com a vinda do autor a Portugal chegam novidade; desta vez entre Grace e Gardam. Será ele, que em posição superior e de domínio virá a exorcizar os traumas e a solidão dela!?
Que se abram novas hostilidades.


Uma leitura com o apoio TOPSELLER




domingo, 24 de abril de 2016

Opinião "Razões para Viver"

Dizia Carlos Drummond de Andrade

“A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos,na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável. O sofrimento é opcional.”



Confesso que livros na categoria de auto-ajuda não são parte integrante da minha estante. Um livro de ficção consegue desenterrar mais emoções do qualquer livro que me diz como me devo sentir ou interpretar o que sinto. Por isso, quando este livro saiu e a editora nos sugeriu a leitura pensei que precisava de encontrar motivos para ler este "Razões para viver". Caso contrário como vos poderia falar dele?
Curiosamente foi o autor e a sua capacidade prática e assertiva que me prendeu e me levou ao longo da leitura.

"Razões de viver" não nos vai apresentar uma lista bonitinha sobre porque que é devemos "chutar a bola para a frente" ou "ver o lado bom da vida". Nem nos dá a receita mágica para nos "passar a depressão". Não que alguma vez tenha lido sobre este assunto, principalmente na perspectiva no doente mas garanto-vos que se há coisa que concordo com o autor é que não existe solução mágica e todos somos diferentes, por isso o que resulta para um pode não resultar para outro.

Matt esteve no fundo do poço, se quisermos usar a metáfora. A depressão atacou-o fortemente e trouxe para fazer a festa a ansiedade e os ataques de pânico.
Matt, mais que nos dizer como saiu ou sobreviveu no caminho da depressão, conta-nos como é que se sentia e como é que as pessoas à volta dele o ajudaram durante aquele período, o que eu acho ser uma mais valia tremenda para o espírito de quem ataca este livro. Abrimos este "Razões para viver" não só para perceber a depressão que o tortura mas também para entender quem a sua volta lida com a doença.

Faz uns 10 anos, era jovem e inocente, lembro-me de ter dito a uma amiga uns vinte anos mais velha que não acreditava na depressão, que para mim isso não existia, que isso eram só pessoas que estavam aborrecidas e que havia muita razão para se animaram.
Anos mais tarde a opinião não é a mesma. O mundo mudou enquanto olho para a lista dos "sintomas" e até me identifico com alguns mas continuo a dizer, há muita razão para viver, para sorrir...mesmo que seja com a leitura de um livro, uma música que ouvem na rádio, um passeio na praia ou um fim de tarde a fazer festinhas ao gato no sofá.
Apenas precisamos de encontrar a nossas.
Quais são as vossas?
Quais são as das pessoas à vossa volta que neste momento lutam contra a depressão?
Vale a pena tentar perceber.


O meu exemplar fica cheio de anotações e cantos dobrados.

A minha sugestão é...encontrem as vossas razões para viver. Acreditem que vai valer a pena! Oh raios, agora sim, parecia um livro de auto-ajuda :P

E a música de hoje é igualmente a letra que melhor se encaixa na minha leitura deste livro.


Uma aposta

Mais informações no site da Porto Editora

Opinião "Pede-me o que quiseres e eu dar-te-ei"


Ai que saudades eu tinha de Eric e Judith! 
Realmente acompanhar uma série como esta, em que fiquei a conhecer as personagens ao ler o primeiro livro em 2013, faz com que de certa maneira eles sejam uns amigos meio loucos que volto a encontrar para cochichar sobre a vida pelo menos um vez por ano. 
Este "Pede-me o que quiseres e eu dar-te-ei" deve ter surgido de uma tremenda dose de saudades, quer da parte da autora, quer da parte dos fieis leitores que ficaram rendidos às personalidades marcantes deste casal.
Ah e para quem tinha saudades de Bjorn e Mel (eu!!) e do restante gang, opah, fiquem descansadinhas que ao longo destas 727 páginas vão ter oportunidade de os rever e de viver mais umas quantas loucuras com eles.

Reencontramos Jud e Eric no seu quinto ano juntos. O casamento corre às mil maravilhas, os miúdos crescem a olhos vistos, Flynn é já um adolescente e nada abala a vida comum da família Zimmerman.
Bem, nada não, até porque todos os casais têm os seus dramas e numa casa onde os génios são tão marcados como os de Judith e Eric, há sempre alguma coisa que serve para gerar confusão mas acho que acima de tudo se deve ao facto de eles adorarem fazer as pazes....na cama! :)
Em simultâneo com o desenvolvimento do amor louco anteriormente referido, temos Bjorn e Mel que se encontram juntos desde "Surpreende-me".

ORA PAUSA.....se não leram os livros por esta ordem, ou seja, se estão a pegar neste sem ler os todos os anteriores, façam um favor a vocês mesmas e guardem este calhamaço para o fim. Eu sou suspeita, EU ADOREI O LIVRO SURPREENDE-ME mas isto é porque quer Mel quer Bjorn são personagens brutais e que me conquistaram desde o primeiro momento que entraram em cena.
Ok, esclarecidas quanto à ordem?!
Trilogia Pede-me o que quiseres e depois Surpreende-me.

Agora voltando que interessa...como mencionei anteriormente, "Pede-me o que quiseres e dar-te-ei" desenvolve em simultâneo a história dos dois casais.
E se sabemos que a faceta intima, já que de privada não tem nada, de todos estes personagens é sempre animada, interessante e até chocante para muitos leitores, tenho de vos dizer que o enredo deste livro vai pegar nas vossas entranhas em revirá-las do avesso.
O que menos queremos ver acontecer a um amigo?
Algo que o faça sofrer, um injustiça e uma série de problemas que sugam a sua alegria de viver.

A trama do dia a dia que vai envolver cada casal é exactamente o tipo que nos faz respirar fundo e pensar "quando é que isto vai rebentar?".
Tudo é um potencial problema. O excesso de trabalho, a falta de ocupação profissional, as pessoas do passado, os filhos pequenos, os filhos adolescentes problemáticos, o cão meio louco, a falta de comunicação, os segredos, as pessoas más que os rodeiam e até os problemas dos outros se tornam uma possível fonte de conflito.
Se para Mel e Bjorn se trata de um passo em frente que hesitam em dar, para Jud e Eric são os consecutivos passos à retaguarda que dão após cada problema que perturba a sua vida familiar.
E quando as coisas estão por um fio, uí, que aperto vos dá na barriga, que dor!

Mas sabemos que estes casmurros estão destinados a ficarem juntos, que depois de tantos anos a acompanhá-los, mesmo com gritos e choros pelo meio, só queremos terminar o livro com um sorriso e a plena certeza que por muito que o barco abane eles se mantém juntos e a flutuar num mar de felicidade (e erotismo!)

Ao terminar a leitura deste livro estive a reler a opinião aos quatro livros e é curioso pensar que quando li o primeiro não fiquei NADA interessa em Eric, na história, sei lá...gostei do fim e da garra espanhola de Jud.
No entanto, aqui estou eu, rendida às loucuras desta gente.
Se como eu já tinham saudades destes tipos, não hesitem....este livro é uma barrigada de erotismo, drama familiar e amor.

E agora, deixo-vos com Alejandro...

Deixo-vos a opinião à trilogia
 
E a entrevista com a Megan Maxwell

Uma autora que nos chega pela mão da

sexta-feira, 22 de abril de 2016

Novidade ASA :: "A Baronesa"


Nica Rothschild nasceu no seio de uma família rica. Casou com um barão e era mãe de cinco filhos. Parecia destinada a uma vida fácil e convencional. Uma viagem a Nova Iorque mudou tudo. Estava já a caminho do aeroporto quando ouviu uma música tocada por um pianista desconhecido, Thelonious Monk. Nica ouviu a gravação vinte vezes seguidas, perdeu o avião e nunca mais voltou para casa. Acabava de nascer a paixão abrasadora que viria a consumir o resto dos seus dias. Como que enfeitiçada, largou tudo e instalou-se em Nova Iorque. E a cidade rendeu-se. O seu Bentley descapotável passou a ser presença familiar à porta dos clubes de jazz. A visão de Nica a fumar e a beber whisky de uma garrafinha disfarçada de Bíblia era uma constante. Foi deserdada mas a sua influência não conheceu limites.
Quem foi esta mulher que atravessava com o mesmo à-vontade imponentes mansões inglesas e campos de batalha em África, onde trabalhou como motorista e criptógrafa? Que viveu com o mesmo ardor os tempos negros do Holocausto e a fervilhante noite nova-iorquina? Cujo nome ficaria para sempre ligado à vida cultural do século XX? Esta obra - escrita pela sua sobrinha-neta - não é apenas a biografia de uma mulher muito à frente do seu tempo. É um sedutor e inédito vislumbre de um mundo interdito à maioria das pessoas.
O retrato de uma era perdida para sempre.



Uma novidade para Maio da

quinta-feira, 21 de abril de 2016

Novidade Topseller "Acasos Felizes"


Dalya é filha de um sapateiro e vive em Berlim, na década de 1930. Apesar de ter apenas 15 anos, sabe que o seu destino é seguir as pisadas do pai e tornar-se também ela criadora de sapatos. Mas quando Dalya é levada para um campo de concentração com a família, a sua vida muda para sempre, e vê-se obrigada a deixar para trás tudo aquilo que conhece…bem como um lindo par de sapatos, o primeiro feito por si.
Esses sapatos fazem uma viagem no espaço e no tempo até aos dias de hoje, indo parar a uma loja de artigos em segunda mão. Nesta loja entram Ray e Pinny, duas raparigas que não podiam ser mais diferentes uma da outra: Ray é órfã, vive numa instituição, mas sonha fugir para Nova Iorque, e Pinny é uma otimista incurável, pois acredita que, apesar de ter síndrome de Down, isso não a impedirá de concretizar os seus sonhos.
Um único par de sapatos cor-de-rosa irá unir estas três vidas, marcadas pela perda, numa história de coragem, amor e memórias e dos acasos felizes que nos interligam a todos.

Uma novidade

quarta-feira, 20 de abril de 2016

Novidade Saída de Emergência :: "Anexos" de Rainbow Rowell

Desde "Eleanor & Park" que Rainbow Rowell ficou no radar.
Fiquem a conhecer a novidade para Maio.


Beth e Jennifer sabem que alguém está a monitorizar os seus e-mails de trabalho (toda a gente na redação sabe, é política da empresa). Mas, mesmo assim, não conseguem levar os avisos a sério. Insistem em enviar uma à outra e-mails hilariantes e intermináveis, em que discutem tudo sobre as suas vidas privadas. Lincoln O’Neill não acredita no seu novo trabalho - ler os e-mails de outras pessoas. Quando se candidatou para "supervisor de segurança na Internet" imaginava-se a combater a pirataria ou a construir firewalls - e não a escrever relatórios entediantes sempre que um jornalista envia uma piada porca.
Um dia Lincoln depara-se com a correspondência de Beth e Jennifer e, apesar de saber que não a deveria ler, é incapaz de resistir às histórias cativantes. Quando finalmente se apercebe de que está perdidamente apaixonado por Beth, já é tarde demais para se apresentar. Como conseguiria ele sequer explicar?

Uma novidade

Opinião a Eleanor & Park 

Novidade Topseller :: "CONFESSO" de Colleen Hoover :D

Por aqui a metade colorida é mega fã de Colleen Hoover e não irá perder esta novidade.
E não será a única, pela animação na nossa página do facebook
Saí já para a semana :)


Auburn Reed tem toda a sua vida planeada. Não há espaço para erros ou imprevistos. Até que, um dia, entra num estúdio de arte e conhece Owen Gentry, o enigmático artista dono do estúdio.
Auburn sente, de súbito, que algo muda dentro dela e decide deixar-se levar pelo coração.
Owen, contudo, guarda segredos que não quer ver revelados. As escolhas do seu passado não parecem permitir-lhe um futuro livre, e Auburn tem demasiado a perder se decidir lutar por ele. A única forma de não pôr em risco tudo o que é importante para si é deixar Owen. Confessar é tudo o que ele tem de fazer para salvar a relação de ambos. Mas, neste caso, a confissão pode ser muito mais destrutiva do que o próprio pecado.
Será o amor capaz de sobreviver à verdade?

Confesso é uma história de imenso amor e coragem, que nos faz acreditar em segundas oportunidades.

Inclui 8 páginas a cores com as ilustrações dos quadros de Owen.

Uma novidade

Opiniões a outros livros da autora



sexta-feira, 15 de abril de 2016

Novidade Topseller "As Lições do Amor"


«Lorraine Heath é conhecida pelos seus romances deslumbrantes e profundos, e este não foge à regra. As Lições do Amor é um livro perfeito, cheio de lágrimas e suspiros, e com uma heroína que surpreende pela força que tem.» 
Washington Post

Sobre o livro:
Autora vencedora do Prémio RITA para Melhor Romance Lady Grace Mabry tem tudo o que uma donzela debutante pode desejar: é bonita, inteligente, vem de boas famílias e possui um dote bastante valioso. No entanto, Grace desconfia dos inúmeros pretendentes que a cortejam, pois acredita que muitos estão apenas interessados na sua riqueza.
Para a ajudar a perceber se os interesses dos seus apaixonados são genuínos, Grace procura o seu amigo de infância, o Duque de Lovingdon. Sem qualquer fé no amor desde que perdeu a família, Lovingdon vive uma vida de libertinagem e prazer. Conhecedor dos jogos e estratagemas para conseguir a atenção de uma mulher, Lovingdon só tem de ensinar a inocente Grace a diferenciar as emoções falsas das verdadeiras.
Mas mal as lições começam, Lovingdon depara-se com um jogo demasiado perigoso, que parece não conseguir controlar…
Conseguirá o Duque abrir o seu coração inteiramente ou irá perder aquela que descobriu que ama?

Uma novidade

UM LIVRO NUM DIA, VOL II - Uma iniciativa Chiado Editora

Edição ao vivo de um livro de contos, num só dia, na baixa lisboeta Chiado Editora desafia à criação de “Um livro num dia” na comemoração do Dia Mundial do Livro 2016
Edição ao vivo de “Um livro num dia” – Chiado Editora23 de Abril, Dia Mundial do LivroPraça Luís de Camões, ao Chiado, Lisboa

Após o sucesso da edição de 2015, a Chiado Editora reeditará este ano a iniciativa "Um Livro Num Dia", na comemoração do Dia Mundial do Livro a 23 de Abril, sábado.Autores reconhecidos, escritores emergentes ou meros sonhadores, podem participar na edição ao vivo de “Um livro num dia”.

Neste dia, a partir das 09h00, a Chiado Editora vai montar um escritório móvel na Praça Luís de Camões, em Lisboa, onde o público pode apresentar os seus textos originais de forma a integrarem esta edição especial. Os contos devem ser entregues em formato digital (PEN), com um limite de 2.000 caracteres, até às 12h00.

Nenhum texto será admitido antes das 9h de dia 23 de Abril. Todas as etapas do processo de Edição de um livro terão lugar a 23 de Abril e à vista de todos.

Todas as fases de construção do livro podem ser acompanhadas in loco, desde a revisão à paginação e design da capa e, às 13h00, o livro segue para a gráfica. Ao final da tarde (18h30), regressa ao mesmo local, onde 1.000 exemplares da obra serão distribuídos gratuitamente ao público.

O livro ficará então disponível para compra em www.chiadoeditora.com e, no dia seguinte, entrará no circuito comercial podendo ser adquirido junto das maiores lojas.

Durante a tarde, o escritório mantém-se aberto, em modo OPEN OFFICE DAY, proporcionando a todos os que passem pelo espaço a oportunidade de conhecer os meandros do trabalho editorial, conversar com os nossos  Editores e colocar todas as suas questões, dúvidas, sonhos, projetos, etc.

09h00-12h00 :: Entrega de textos originais, revisão, paginação e design de capa
13h00 :: Livro dá entrada na Gráfica
14h00-18h00 :: Open Office Day
18h30 :: Lançamento do livro e distribuição gratuita de 1.000 exemplares do livro.

Quem vai participar??

Novidade Topseller :: "Protege-me" de Maya Banks

Maya Banks é autora que entra no radar aqui da metade colorida mas mais pelas suas obras sobre Highlanders (trilogia dos irmãos McCabe) do pelas suas histórias mais actuais. O série Sem fôlego não me conquistou logo no primeiro livro e a trilogia Surrender ainda me é desconhecida. 
Vamos lá ver se esta história contemporânea se encaixa melhor nas preferências.


Protege-me é o primeiro volume da nova série Slow Burn.

Ele fará tudo para tê-la sempre ao seu lado.
Quando a irmã mais noiva de Caleb Devereaux, herdeiro de uma família poderosa e abastada, é raptada, este recorre a Ramie St. Claire, uma mulher sensível e atraente que tem o poder de se ligar às vítimas e de as localizar, sentindo a sua dor.
Enquanto trabalham juntos, o desejo entre Caleb e Ramie torna-se evidente. E embora Ramie mal consiga resistir à tentação, tem de fugir para se proteger de uma perigosa ameaça do seu passado.
Depois de meses à sua procura, Caleb reencontra Ramie, e entregam-se a um romance arrebatador.
Acolhendo-a em sua casa e protegendo-a, Caleb descobre como fazê-la esquecer a sombra que a persegue, e arrisca tudo para mantê-la a salvo – incluindo o seu coração…

Uma novidade

quinta-feira, 14 de abril de 2016

«A Mulher» de Meg Wolitzer :: Opinião


Permitam-me começar pelo fim, já que não é novidade nenhuma que Joan, esposa do famoso e premiado escritor, Joe Castleman, quer separar-se e pedir o divórcio, mas já mais perto do final é hilariante a forma como lho transmite, voltando ao traço mais negro e acutilante com que começa:

"- Olha, tenta imaginar a minha situação (...) Tenho sessenta e quatro anos. Sou quase uma cidadã sénior. Posso ir a qualquer sítio por metade do preço, e quero ir sozinha. Por favor. Não te mostres furioso, ou desconsolado..."

Forma fabulosamente cáustica e impiedosa de o dizer, mas muito adequada à vida dos Castleman. Joan viveu dedicada ao marido e à sua carreira, acompanhando a todo o lado, mas na sombra, a isso se permitiu e forçou, por amor, deslumbramento, pelos filhos, por ela, ao ter o selo de esposa do «génio» e são esses motivos e factores que a levaram até à ideia do divórcio que fazem o livro.

"Tu és capaz, dizíamos nós, as mulheres deles, e, quando eles de facto o faziam ficávamos tão felizes como as mães dos bebés a darem o primeiro passo trémulo e a largarem a mobília para sempre."

Wolitzer cria um romance que vai desde os loucos tempos da faculdade, apresentando uma intriga já bastante utilizada, numa relação de contornos típicos; uma estudante que conquista, por juventude e idolatração; o professor casado, com pouca inspiração e mulherengo, ambos ligados à Literatura e à vontade de fazer da escrita o conteúdo de uma vida.
No entanto, a forma como o romance começa é auspiciosa, perspicaz, muito observadora da época (anos 50) e muito irónica. A narradora leva-nos numa viagem tanto por Nova Iorque, como pelas lides sociais entre jovens universitários, escritores e aspirantes, tudo de uma forma bastante acutilante mesmo quando está em debate o velho tema da desigualdade de géneros.

"Joe ficou encantado. Que achado! Ao que parecia, o mundo estava cheio de jovens assim, cada uma delas a apurar no seu próprio guisado, todas à espera de serem saboreadas pelos homens que passassem, lhes levantassem a tampa e as cheirasse."

"E a cidade de Nova Iorque, naquele momento em particular, em 1953, era um sítio espectacular para se dar uma volta a meio da noite caso se fosse um homem jovem, ambicioso e confiante. A cidade era feita de letreiros néon, pontes iluminadas e vapor subterrâneo a escapar-se de grelhas na rua em lufadas axadrezadas. Casais aos beijos desesperados pareciam ter sido estrategicamente colocados junto a cada candeeiro."

Na voz de Joan Castleman vamos sabendo como foi a vida do casal, a relação de ambos com a escrita, com as incertezas e as inseguranças perante cada livro, a história real por detrás de «A Noz» e entre algumas divagações, fazendo saltos temporais na narrativa, a autora constrói imagens muito nítidas, que revelam mais da história individual de cada um deles e também dos que os rodeiam.

"Pensei nos meus pais, que eram tão remotos como duas estalactites penduradas lado a lado na mesma caverna, sem nunca se tocarem em público, o meu pai nos seus fatos escuros que tinham um cheiro folhoso e masculino, a minha mãe nos seus vestidos com padrões que lhe davam a aparência de toalhas de mesa."

Ainda assim e apesar de existirem variadíssimas outras passagens que apreciei bastante, posso afirmar que tive uma relação conturbada com este livro, se por um lado me deliciava com certos parágrafos ou ficava desperta para outras referências literárias, por outro, a forma previsível como a história avança, deixou-me menos agradada. Eu queria mais, queria um grito de revolta, uma relação menos banal, queria polémica, que corresse tinta nos jornais... talvez até outro desfecho, não tão esta mulher gata borralheira, esta «mulher do génio» e ele, também, tão previsível.

"Beijou-me e beijou-me, e apesar de parecer que queria lamber e engolir-me o talento, a percepção, o que quer que fosse que ele achava que eu tinha, eu continuava a sentir que. de nós os dois, era ele o importante e eu estava inacabada."

É certo é que o final nos dá uma lição ou um lembrete. Talvez tudo na vida, seja em que altura for, seja sempre algo inacabado!

Para terminar Django Reinhardt, muito bem relembrado neste livro:


*
Uma leitura com o apoio DOM QUIXOTE

terça-feira, 12 de abril de 2016

Opinião "O Pacto" - Série Off Campus de Elle Kennedy


Duas semanas para ler um policial, dois dias para ler um romance. Neste caso um romance cheio de flirt, tiradas sarcásticas, sedução descarada e personagens por quem não resistimos em nos apaixonar ao fim de meia dúzia de capítulos.
Já percebi que por mais que varie, que conheça outros géneros, estou inevitavelmente presa aos romances. Não engano ninguém, só a mim própria.
Fiz um pacto comigo mesma...LER MAIS e ler o que me faz feliz !
Se for a continuação da série Off Campus ainda melhor.
Depois deste começo, lamento informar mas vou sentar aqui sossegadinha à espera do segundo.
Ora percebam lá porquê!

Conhecemos Hannah, estudante da faculdade de Briar a especializar-se em interpretação musical que vive sua vida confortavelmente entre aulas, ensaios e meia dúzia de saídas com um grupo restrito de amigos. 
Alvo do seu interesse amoroso está Justin,uma brasa popular mas que aparenta ter uma aura de mistério à sua volta mas que na realidade nem é a personagem mais importante para esta história, se me perguntarem a mim. Isto porque, desde o primeiro instante em que aparece em cena, é completamente ofuscado por Graham.
Este belo espécime de gente é o capitão da equipa de hóquei que vê a sua vida andar para trás quando uma má nota num exame faz com que a sua média baixe.
Decidido em dar a volta à boazuda marrona que tirou 20 à disciplina que coloca em risco a sua permanência na equipa, Garrett recorre a todas as armas do seu arsenal de engatatão para levar Hannah a aceitar ser sua explicadora. Mas esta não podia ser mais imune ao seu charme e por cada comentário carregado de flirt, ela tem a resposta certeira para o meter no lugar. 
E o que começa com uma hilariante perseguição, torna-se o início de algo mais, uma parceria, uma amizade, uma relação de confiança, algo tão impensável para ambos.

E assim se inicia o pacto (que a minha mente ordinária levou para uma explicação teórica de filosofia em troca de sessões práticas carnais) entre Hannah e Garrett.
Uma combinação explosiva como amigos, estes dois estabelecem o plano perfeito para o ajudar com o estudo e para fazer com que Justin, o interesse amoro de Hannah, se interesse por ela.
Mas quando as barreiras pessoais baixam e a compreensão se estabelece, que mais se pode procurar? 
Estará Garrett disposto a abdicar do seu estatuto de garanhão desprendido do conceito de monogamia?
E Hannah, terá ela capacidade de focar os olhos, a mente e corpo naquele que lhe encendeia os sentidos?


Uma versão literária da comédia romântica que nos prende a todas, "O Pacto" é muito mais que uma história hilariante sobre um gajo com paleio e uma miúda com carácter. Este primeiro livro da série off campus aborda temáticas delicadas que tornam a história mais credível e próxima da realidade, mesmo com a quantidade louca de jogadores entroncados, interessantes e giros que nos são descritos por aqui. "O Pacto" tem uma série de ingredientes deliciosos que tornam esta série uma grande aposta do género New Adult e garanto-vos que não vão ficar insatisfeitas com a leitura ;)

Animada e rendida a série de Elle Kennedy, é como termino a leitura do primeiro livro. Cheira-me que alguns sinais de alarme que tocaram neste livro façam soar a sirene de nevoeiro num próximo volume, mas a química e cumplicidade de este dois está pronta para testar os limites e levá-los mais além.
No entanto, por muito que queira continuar a ver estes dois, acabei de ver que o segundo livro é sobre outra personagem e mal posso esperar que alguém lhe dê a volta. Os amigos de Hannah são interessantes mas o de Garrett, uí, isso sim vai ser animação.
Digam-me que falta pouco...por favor!

Até lá, BOAS LEITURAS!

Uma leitura com o apoio

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Vencedora Passatempo "Ligação Explosiva - Hacker II"

Mil perdões pelo nosso atraso na comunicação do nome sorteado para receber um casa um lindo exemplar do segundo volume da série HACKER.
Sem mais demoras...


Com 1866 participações, a vencedora de "Ligação Explosiva - Hacker II" é a Lúcia Brandão com a participação nº 986.

A vencedora já foi contactada por email.

Um passatempo com o apoio

sábado, 9 de abril de 2016

Novidade Bertrand :: "Escondi a Minha Voz" de Parinoush Saniee

Data de Lançamento - 22 de Abril


Shahab tem quatro anos, mas ainda não começou a falar. O médico da família não considera que a situação seja grave, mas o menino é tratado por todos como «maluquinho». Shahab começa por julgar que se trata de um termo carinhoso, até ao dia em que o primo o tenta obrigar a beber água de um esgoto para provar que ele é de facto atrasado. Shahab começa a ter desejos de vingança e gradualmente, à medida que cresce, vai sendo marginalizado por todos. A mãe é a sua única aliada no mundo, o seu escudo e a sua fonte de amor. Uma história comovente e apaixonante, vivida no riquíssimo e colorido contexto social e cultural do Irão dos nossos dias.

Uma novidade

«O Ventre do Atlântico» de Fatou Diome :: Opinião


«Atlântico, leva-me contigo, o teu ventre amargo ser-me-á mais suave do que o meu leito. A lenda diz que dás asilo aos que to pedem."

É curiosa a forma como este romance, de inspiração autobiográfica, começa; levando-nos aos Europeu de Futebol de 2000, dando-nos a conhecer Salie e Maliché, ela imigrada e ele com desejos disso. O Europeu, que para nós, foi o fatídico jogo em que Zidane goleia Portugal, já depois do prolongamento e com um penalty, eliminando-nos. Curioso porquê? O futebol é o que une a narradora e o irmão, em Niodior, Senegal, enquanto ela está em Estrasburgo, França, entre chamadas que são autênticos relatos dos jogos, fala-se também, nas entrelinhas, de esperanças sonhos e decisões, que era muito do mesmo que me acompanhava aquando do tal jogo que acabei a reviver com este livro. 
É também de memórias e de gerir expectativas que este «O Ventre do Atlântico» está cheio e traz até ao leitor as esperanças, os riscos e todo o desafio que é a imigração.

"Avanço, passos que carregam o peso dos sonhos deles com a cabeça repleta dos meus. (...) Este fogo tem de se alimentar. A escrita é a minha panela de feiticeira; à noite ponho aa aquecer a lume brando sonhos demasiado duros de cozer.
(...) O mundo oferece-se, mas não abraça ninguém e não se deixa abraçar."

Diome tem uma missão, a sua escrita está para o leitor como a manteiga de karité está para a sua pela; para se entranhar e provocar uma total absorção das tradições, das inquietudes e das provações que a imigração desperta. No entanto, a mesma alerta para o grito e o calvário, que não se sente só em África; a Europa também já grita, apesar de ser um grito diferente, nomeadamente volvidos mais de dez após a escrita deste livro.

"Cego pelas suas próprias chagas, o Terceiro Mundo não vê as da Europa: ensurdecido pelo seu grito, não ouve o da Europa."

"A nostalgia é o meu fado; tenho de domesticá-la, guardar a música das minhas raízes nas minhas gavetas de relíquias, tal como as fotografias do meus, para sempre deitados na areia quente de Niodior."

Mesmo assim, Diome não resiste a embalar-se nos cânticos da diva Serere e despertar-nos a curiosidade para a irmos ouvir, inebriando-nos com as histórias que nos conta e que revelam a forma de vida e a comunidade, as relações entre famílias e os clãs nas terras mais longínquas e dedicadas à pesca, afastadas das turísticas praias de M'Bour ou da famosa Dakar. 


É revelando a dedicação à família e pensando muitas vezes nela que a narradora revela frases que lhe foram grandes ensinamentos e explicam também ao leitor, a relação irreversível que o imigrante tem para com a sua família. Justificando por vezes um certo rancor, arrependimento e até cólera perante as prestações a que de sente obrigado.

"O sangue esquece-se muitas vezes do seu dever, mas nunca do seu direito. (...) Tinha de «triunfar», a fim de assumir a função atribuída a qualquer filho da nossa terra: servir de segurança social para os seus."

São inúmeros os temas abordado por Fatou Diome, as malhas da imigração; o calvário da vida dedicada à pesca e a pobreza; o sonho "France, bone chance", esquecendo as dificuldades; a deportação, a exploração, a humilhação; a medonha sina das mulheres submissas aos homens e a constante poligamia; as gravidezes precoces; o turismo de prostituição movido pelas teias do capitalismo; a religião, com as suas madrassas e os falsos devotos muçulmanos e claro, as (já falsas) esperanças do futebol e ainda a eterna desigualdade entre homens e mulheres. 
Ainda assim, Diome dá um lado bastante maternal e carinhoso à forma como as mulheres se relacionam com os nascimentos e até umas com as outras, mas sem esquecer a Sharia, o peso da mão do homem e alguns episódios negros, fruto da forçosa tradição.

"É bem sabido que o estômago do uma mãe fica na barriga do seu filho."

Poderia continuar, já que a escrita é muito rica em detalhes, em estórias, em momentos que nos levam a divagar e à introspecção, mas talvez possamos dizer que tudo se resume ao slogan que procuram: Liberdade, Igualdade, Fraternidade, seja na França ou seja no acolhimento, no retorno a África. Afinal, Diome, dá-nos a ideia de que lá, aonde eles pertencem, de coração, de herança, haverá sempre um farol, uma luz guia que os encaminhará de volta. 

"Ela é o farol plantado no ventre do Atlântico." 

Só posso pedir que se deixem enlaçar neste relato quente e palpitante e que conheçam Salie e o irmão Malické, com todas as histórias e todos os confrontos que os envolvem. 

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«O Ventre do Atlântico» é uma edição BIZÂNCIO.
Vejam mais aqui

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Deixo também dois link que considero interessantes para uma leitura paralela sobre a temática.



quinta-feira, 7 de abril de 2016

Novidade Teorema "Não se Pode Morar nos Olhos de Um Gato"

Data de Lançamento : 19 de Abril


Em finais do século XIX, já depois da abolição da escravatura, um tumbeiro clandestino naufraga ao largo do Brasil. Um grupo de náufragos atinge uma praia intermitente, que desaparece na maré cheia: um capataz, um escravo, um mísero criado, um padre, um estudante, uma fidalga e sua filha, um menino pretinho ainda a dar os primeiros passos... Todos são vencedores na morte, perdedores na vida. O mar, ao contrário dos seus antecedentes quotidianos, dá-lhes agora uma segunda oportunidade, duas vezes por noite, duas vezes por dia. Ao contrário do que pensam, não estão sós naquele cárcere, com os penhascos enquanto sentinelas, cercados de infinitos, entre o céu e o oceano. Trazem com eles todos os seus remorsos, todos os seus fantasmas. E mais difícil do que fazerem-se ao mar ou escalarem precipícios será ultrapassarem os preconceitos: os de raça, os de classe social, os de género, os de credo. Para sobreviverem, terão de se transformar num monstro funcional com muitos braços e muitas cabeças; serão tanto mais deuses de si próprios quanto mais se tornarem humanos e conseguirem um estado de graça a que poucos terão acesso: a capacidade de se colocarem na pele do outro.

Uma novidade

Novidade 5 Sentidos :: "Eve e o Caos"

Oh ela voltou!!
Depois de "Eve e as trevas" e "Eve e a Destruição", chega o CAOS :)


Quando Evangeline Hollis cedeu a uma noite ardente com o sedutor Alec Caim, ela não fazia ideia de que, anos mais tarde, seria punida pela transgressão. Amaldiçoada por Deus, é obrigada a tornar-se caçadora de demónios para expiar os seus pecados.
Para Eve, viver com a Marca de Caim já é tão complicado que não quer arranjar mais problemas. Infelizmente, Satanás está demasiado furioso para lhe fazer a vontade.
Exasperado com a perda do seu animal de estimação, pôs a cabeça de Eve a prémio e os habitantes do Inferno estão a responder em massa. Algo que, para além de dificultar as caçadas de Eve, também traz o caos à sua vida.
Entretanto, Caim está cada vez mais distante. Apesar de ainda desejar Eve, a sede de poder está a dar-lhe a volta à cabeça. Eve acredita que o Caim que conhecia ainda existe, mas a frieza com que a trata está a aproximá-la mais de Abel, o irmão irreverente.
Eve poderá encontrar uma solução para os seus problemas... desde que faça um pacto com o próprio Diabo. Mas será assim tão fácil?

Amaldiçoada por Deus, perseguida pelos Demónios, desejada por Caim e Abel…Tudo num só dia.

Uma novidade


Relembro a opinião aos dois primeiros livros da série


quarta-feira, 6 de abril de 2016

Novidade Guerra e Paz :: "A Ilha do Tesouro"

Ao tropeçarmos no comunicado da Guerra e Paz no Facebook tivemos que pesquisar este livro escrito por Robert Louis Stevenson.


Esta é a mais popular história de piratas de todos os tempos. Um marinheiro morre, numa estalagem, em circunstâncias misteriosas. O jovem Jim Hawkins fica com um baú que ele lhe deixa, onde descobre um mapa. É o mapa que revela o caminho para se chegar a um valioso tesouro. Só que o jovem Jim não é o único a saber da existência do mapa. Há outras personagens pérfidas, capazes de tudo, que também querem o mapa. Os maus são terríveis, mas os bons – o honesto Capi­tão Smollett, o heróico Dr. Livesey e o bondoso mas pouco in­teligente Squire Trelawney – estão do lado dele. Juntos, bons e maus, vivem com Jim uma história de traição e heroísmo. Um história em que Jim chega à idade adulta e aprende que para se ganhar a experiência da coragem talvez tenha de se perder a inocência.

Uma aposta

Mais informações no site

terça-feira, 5 de abril de 2016

Novidade Quetzal :: "Uma Senhora Nunca"


A resistência aos turbilhões sentimentais, a vitória da vida sobre o tempo que nos devora. Maria Laura é senhora desde que nasceu. Oriunda de uma família antiga e latifundiária, nunca trabalhou um dia na vida. Casa-se, tem filhos, gere um país próprio - o apartamento onde mora numa zona rica de Lisboa. Cuida de vivos e mortos com uma devoção cristã. Depois, enlouquece de medo e de rancor perante todas as mudanças que vêm com a Revolução de Abril de 1974. Esta é a vida de Maria Laura, da sua insignificância e das suas memórias familiares, mas também é a história de um amor proibido, filho do marido, a da obsessão em cumprir regras que nunca discutiu, a da demência que é a antecâmara da morte - e a resistência aos turbilhões sentimentais, a vitória da vida sobre o tempo que nos devora. Esta é também uma história romântica, violenta e voluptuosa da vida dos seus pais e filhos, extensões naturais dos braços tentaculares da Senhora. E uma narrativa natural, intimista e sexual do século xx: uma família que vive com o poder e a glória - e que tudo perde com o 25 de Abril.

Uma novidade
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